EODD 2015

O QUE É O EODD


Em 1996, o Conselho da Europa adotou o Dia Europeu de Doação de Órgãos (European Organ Doantion Day – EODD) como o evento anual com o objetivo de promover a doação e transplantação de órgãos, tecidos e células nos Estados Membros, através da sensibilização da população para esta temática, do reconhecimento de todas as pessoas envolvidas nos processos de doação e transplantação (doentes transplantados e suas famílias, dadores de órgãos e suas famílias, profissionais de saúde, entre outros), através do estabelecimento de uma relação de confiança entre a população e os programas de doação e transplantação responsáveis, éticos, não comerciais e profissionais, e através da partilha e discussão dos desafios da medicina do transplante entre profissionais, promovendo assim, a longo prazo, o aumento do número de dadores de órgãos, tecidos e células.

Este ano, Portugal recebe este importante evento. Nos dias 9 e 10 de Outubro de 2015 Lisboa vai ganhar vida. Inúmeros eventos foram planeados para crianças e adultos; a cidade vai oferecer um dia cheio de momentos de entretenimento e informação sobre este tema, tão atual nos dias de hoje.

O EVENTO DESTE ANO



Atualmente existem milhares de pessoas que precisam de um transplante para continuarem a viver ou melhorarem a sua qualidade de vida. O EODD 2015 será um momento de celebração e sensibilização para todos os cidadãos e envolverá todas as organizações envolvidas na doação e transplantação de órgãos, tecidos e células.

A transplantação é uma forma de arte. A vida é uma obra de arte, vivida de forma especial e única por cada indivíduo, que pinta a sua tela através das suas experiências e vivências. A arte é intemporal e a vida efémera. A doação é um gesto altruísta, considerado como o maior ato de bondade entre os seres humanos. É a arte da partilha, da generosidade, do amor e da esperança. A doação permite que a arte da transplantação devolva a vida.

Por cada dador de órgãos podem ser transplantados 8 órgãos. Quanto maior o número de dadores de órgãos, maior o número de vidas que se pode salvar.

Transplantar é uma forma de arte. A vida é uma obra de arte, vivida de forma especial e única por cada indivíduo, que pinta a sua tela através das suas experiências e vivências. A arte é intemporal e a vida efémera. A doação (que permite o transplante) é um gesto altruísta, considerado como o maior ato de bondade entre os seres humanos. É a arte da partilha, da generosidade, do amor e da esperança.

Junte-se a nós na celebração do Dia Europeu de Doação e Transplantação!




PROGRAMA

AGENDA DO DIA

O Instituto Português do Sangue e da Transplantação, IP (IPST) e a Sociedade Portuguesa de Transplantação têm o privilégio de receber este importante evento, que decorrerá nos dias 9 e 10 de outubro, sob o tema “arte da transplantação”.

O programa definido, com base no “Manifesto das 7 Artes” – dança, escultura, teatro, pintura, música, literatura e cinema – tem como objetivo informar e esclarecer a população portuguesa sobre a doação e transplantação, homenagear os dadores e as suas famílias, bem como todos os profissionais e stakeholders envolvidos na doação e transplantação. Pretende-se ainda partilhar e debater os desafios e obstáculos da medicina da transplantação.


NOTÍCIAS

Set 3
Set 3

Doentes novos em lista de espera por um rim duplicaram

No final de 2014, existiam 1970 doentes a aguardar por cirurgia. Subida de casos relacionado com a decisão de se querer fazer transplantes mais cedo, evitando diálise. O número de novos doentes em lista de espera por um rim quase duplicou no ano passado. Segundo a Newsletter Transplant de 2015, que analisa a atividade da […]

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Set 2
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Seis cirurgias num só dia permitem primeiro transplante renal triplo em Portugal

Portugal já realizou o seu primeiro transplante renal triplo, feito a partir de dadores vivos. Os rins foram doados por membros de diferentes famílias, numas operação complexa e totalmente sincronizada entre hospitais de Lisboa e do Porto. Fonte

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EMBAIXADORES


EODD2015 - Celeste Rodrigues


EODD2015 - Claudia Vieira


EODD2015 - Doutora Paula Fernandes


EODD2015 - Depoimento Dr Francisco Marcão


EODD2015 - Depoimento Enfermeira Vanda Palmeiro


EODD2015 - Depoimento Francisco Pinto Balsemão


EODD2015 - Depoimento Major Pedro


EODD2015 - Depoimento Zé Pedro

Multimédia


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EODD2015 - Marcos Pinto


EODD2015 - Anna


EODD2015 - Julia


EODD2015 - Concelho da Europa


EODD2015 - George


EODD2015 - Daniel


FAQ

1. Que órgãos, Tecidos e células são transplantados com maior frequência?



Os órgãos mais frequentemente transplantados são:
• os rins, para eliminar a necessidade de diálise;
• o pâncreas, para eliminar a necessidade de injeções de insulina em certos doentes;
• o fígado, pulmões, coração e o intestino Delgado, quando estes órgãos já não são capazes de manter a sobrevivência do doente;


Em relação à doação de tecidos:
• pele, para tratar queimaduras graves;
• válvulas cardíacas ou arteriais, devido a condições médicas especificas;
• ossos;
• as córneas, quando esta fina camada protetora da superfície do olho está danificada devido a cataratas ou acidentes.


E doação de células:
• medula óssea, que é utilizada para restaurar as células sanguíneas após terapia anticancerígena.

2. Que transplantes são efetuados hoje em dia?



Quase todos os órgãos ou Tecidos podem ser transplantados e os media cobre regularmente o progresso alcançado. As técnicas de transplantação modernas oferecem possibilidades quase ilimitadas graças à investigação desenvolvida em todo o mundo, em particular relativamente à transplantação com dadores vivos. Estes transplantes ocorrem mais frequentemente entre membros da mesma família. As suas principais vantagens são a redução do tempo em lista de espera, a capacidade de planear a cirurgia de transplantação, em vez de lidar com uma emergência, e uma melhor qualidade dos resultados.

3. Qual é a diferença entre doação de órgãos e doação do corpo?



• A doação de órgãos e tecidos para fins terapêuticos foca-se exclusivamente na colheita dos órgãos ou tecidos, que as equipas médicas precisam para tratar os doentes cujos órgãos vitais têm lesões graves ou estão completamente destruídos.
• A doação do corpo à ciência acontece quando uma pessoa solícita que o seu corpo, após a morte, seja utilizado para investigação médica ou científica.

Estes dois tipos de doação não são incompatíveis: uma pessoa pode doar os seus órgãos, tecidos e corpo.

4. Quando podem ser doados os órgãos ou tecidos?



• Em vida, uma pessoa pode, em condições muito específicas, doar partes do corpo para transplantação: um rim, por exemplo, ou mais raramente uma parte do fígado ou do pulmão, medula óssea ou células de alguns órgãos em particular, pele, cartilagem, etc.
• Após a morte, as possibilidades de doação são mais abrangentes: doação de coração, fígado, pulmões, córnea, pâncreas, ossos… no entanto a doação deve decorrer sem atrasos, assim que a morte for reportada e confirmada por um médico.

5. Existe idade mínima para ser dador?



Não há limite de idade; é suficiente que o órgão ou tecido colhido seja saudável. No caso de um menor, os pais são determinantes para a doação, de acordo com critérios específicos de modo a assegurar o respeito pelos direitos do dador.

6. Quando são colhidos os órgãos?



Apenas após a morte cerebral ser legalmente declarada. Os órgãos continuam a funcionar artificialmente (ventilação e perfusão artificiais).

7. Como são colhidos os órgãos?



A equipa de transplante não pode realizar o transplante sem primeiro confirmar que estão reunidas as seguintes condições:

• não há motives médicos ou legais contra a doação;
• a pessoa não está registada como não dador;
• a família foi informada e o testemunho da pessoa falecida é sempre respeitado.

A colheita dos órgãos é um procedimento cirúrgico realizado num bloco operatório seguindo um rigoroso protocolo, onde todos os passos são seguidos de modo a garantir que o corpo seja devolvido à família nas melhores condições possíveis.

8. Os procedimentos de transplantação estão claramente definidos?



Na Europa, absolutamente. Primeiro, porque este tipo de intervenções apenas pode ser efetuado por equipas médicas altamente especializadas e em hospitais autorizados.

Segundo, porque em alguns países, os coordenadores hospitalares estão presentes durante todo o processo, assegurando que as “regras de boas práticas” são respeitadas.

E finalmente, porque de todas as medidas que são tomadas para preservar a dignidade humana e proteger os direitos do dador e recetor. De facto, as leis nacionais na Europa governam a doação e a transplantação e proíbem a venda de órgãos, Tecidos e células, e asseguram que o anonimato entre dador e recetor é respeitado.

PETIÇÃO

Brevemente.